Para quem sentiu a minha falta!
Como alguém que tenho no meu coração costuma dizer, “ele há coisas do caralho…” e, com isto inicio assim um breve texto que seja do agrado do fiel seguidor atento deste espaço bloguista.
Desta forma começo, como não podia deixar de o referir, à saudade que já tinha de aqui vir e deleitar a vista nestes hinos à comunicação, à prosa, à poesia, ainda que copiada (mas não critico que o façam, cada um exprime o seu talento como entende e como aquilo que queremos dizer já foi antes dito de melhor forma, então nada melhor que citá-lo!) e, como não podia deixar de ser às críticas construtivas que aqui são feitas.
Assim sendo e, para saciar o apetite daqueles que esperam por respostas minhas às ultimas novidades deste sítio, apenas pretendo referir o seguinte, pois trata-se da única coisa que li e, como tal, que me diz respeito: os estudantes de direito são então uns parolos. Muito bem, após exaustiva leitura do post que o referia não cheguei estranhamente a nenhuma conclusão nesse sentido, muito menos o autor do mesmo o explicou, apenas o deve ter feito para dar um título cómico a um assunto do qual não tem bases, mais lhe digo meu caro amigo que cursos diferentes, sistemas diferentes e não sei como se pode sequer referir ao curso, o qual frequento com muito orgulho, e comentar, de forma pobre o que lá é retratado quando sabe muito bem que não é nada do que referiu, mas aceito que o faça pois a sua pobreza de espírito não lhe permite mais.
Em segundo lugar e, na sequência de uma boa e construtiva tertúlia com um grande amigo meu, também frequentador assíduo e incansável contribuinte para o desenvolvimento quer do blogue, quer da banda cujo nome inspira este pequeno espaço de sonhos, chego à triste conclusão que este espaço se encontra cada vez mais descaracterizado, isto porque, em vez de ser dada a devida atenção ao que realmente importa, que é a banda, o espaço está-se a perder no que é habitualmente referido como um pequenino mundo de comadres, um espaço mesquinho onde começa a imperar a intriga, a maledicência e, com grande pena minha vejo aqui o efeito bola de neve… Uma vez a descer, aumenta atingindo dimensões impressionantes e o seu destino, neste caso não será esbarrar numa qualquer árvore indefesa e frágil, mas sim continuar a percorrer um triste caminho errante sem fim à vista, crescendo cada vez mais e perdendo-se de todos os seus sentidos e propósitos. Assim é a vida também, mas não esperei ver aqui o desastre, o colapso… Quando fui convidado por esse grande amigo meu a juntar-me a este espaço recordo com emoção as suas palavras: “Meu amigo (do coração) criei um espaço onde finalmente a nossa amada banda poderá voar mais alto, este é, finalmente, o passo final rumo ao sucesso que se avizinha como certo e inabalável” – acreditei nas suas palavras, como continuo a acreditar que ainda hoje pense assim, ainda que talvez o faça de uma forma errante, como quem tenta travar sozinho uma batalha… Não temas meu amigo, pois eu estou ao teu lado e aí estarei a cada duelo que traves no sentido de reencaminhar o destino deste nosso pequeno espaço onde ele realmente deve estar, o culto da banda, a defesa da banda, a adoração da banda.
A banda é a nossa vida, a nossa razão de ser, vimo-la nascer, vimo-la crescer, não vamos agora deixá-la morrer tirando-lhe esta muleta que outrora foi forte mas que hoje ruma ao incerto, sem sentido, sem destino… Para quem a banda não diz nada pode parecer um mero conjunto de palavrinhas lançadas ao acaso, mas quem a vive sabe o sentido que ela tem e em como vale a pena pensar no que pode ser feito por ela.
Fico feliz por ver que o número de participantes activos deste nosso pequeno espacinho aumentou, no entanto é com consternação que a sua participação activa não se verifica regularmente, ou raramente, ou pior ainda não se verifica de todo… Aproveitar posts de outros e comentar é fácil, mas o objectivo deste blogue, para quem não sabe é criar em conjunto, não é limitar-se a ler o que outro escreve e disparar nos sentidos que mais lhe aprovem. Deve-se comentar o que é dito, mas principalmente deve-se escrever, deve-se construir. Isto não tem sido feito.
Uma última coisa deve ser referida, aqui neste espaço ninguém precisa de defensores, ninguém aqui é oprimido, excluído, menosprezado, ninguém aqui se sente menor ou inferior a outro, por isso quando alguém se dirige a outrem e, caso este se decida a ripostar, que o faça por sua própria vontade e iniciativa, não necessita que quem quer que seja interfira por si! Somos todos adultos, ou pelo menos penso que somos e, como tal que cada um resolva as suas coisas como entende. Ninguém aqui precisa que outro escreva por si, ninguém aqui precisa de escrever por outrem!
Graças à democracia podemos dizer o que nos apetece, somos livres, por isso peço encarecidamente a todos os que lerem este pequeno desabafo que ajudem a criar neste espaço, não se limitem a comentar, dêem largas à imaginação e contribuam para aquilo que realmente interessa, o motivo pelo qual vos foi dirigido o convite de integrar este espaço. Construam!

4 Comments:
Mais uma vez, e de acordo com o que escreveste no Post, não escreveste um texto sobre os Patroon.
Ps: Malhas, arma a puta!
3:54 a.m.
é pena,Buz,é pena.Nunca falei da licenciatura de Direito,que não conheço.Falei da minha experiência em tertúlias com estudantes de Direito, esses parolos,e muitas das vezes estava-me a referir a conversas com outro estudante de Direito, que tu também conheces.Se o meu post é pobre,ilumina-me com o teu conhecimento.Se os meus posts são copiados, mostra-me aonde fui plagiar.tenho que bazar, eu depois concretizo a resposta.Só mais uma coisa,sê mais específico que há aqui farpas que o pessoal não percebeu(tivemos aqui a ler o teu post furioso todos juntos).
4:02 a.m.
Ao ManoVelho peço para ler a última frase onde refiro claramente que se trata dum desabafo, um comentário ao que li das últimas intervenções neste espaço, quer a título de post, quer de comment. O processo criativo vem por si. Ao Lip, se leres no inicio diz lá "poesia, ainda que copiada..." por ter tido em conta o post no qual citas Pessoa e o poema "Conselho". Não é uma critica, foi apenas um exemplo de que a poesia também faz parte deste nosso blogue. Quanto a farpas, como dizes, não lancei nenhuma a ninguém, basta ler os comments aos posts "Os estudantes de Direito (esses parolos)" e "entre hífens", a título de exemplo, para veres ao que me refiro quando falo no "pequenino mundo de comadres".
Pensava realmente que este post iria ser de fácil compreensão, enganei-me!
Até uma próxima oportunidade.
3:18 a.m.
Por lapso esqueci-me de agradecer no entanto os comentários ao meu post por parte dos que sentiram a minha falta, o que não é de estranhar pois tiveram a oportunidade de mo dizer no fim de semana passado. Em segundo lugar peço também ao Lip que reveja o seu post "Aviso à navegação". Aí ditaste as regras do blogue. Aos outros peço também que o re-leiam ou leiam mesmo...
3:29 a.m.
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