Traquinices e travessuras.

domingo, maio 16, 2004

Entrevista ao Sexus

Outro dia, numa entrevista para o Sexus, perguntavam-me qual a razão para uma tal heterogeneidade de registo literário nas letras dos Patroon. Eu perguntei: “Que heterogeneidade de registo? O que pode haver nas nossas letras é homossexualidade, isso até admito, agora, isso que disseste, nem pensar! Eu nunca fiz sexo com uma cabra.”
Depois do devido esclarecimento lexical em relação à palavra “heterogeneidade”, pude finalmente satisfazer a curiosidade da minha simpática interlocutora (que mamas!). O que se passa é o seguinte. Existem dois letristas profícuos na banda. Um é o Belbet e o outro sou eu, o Lip. Somos ambos uns estúpidos de merda, mas existem diferenças no nosso estilo de composição. O Belbet é um contador de histórias, um trovador, enquanto eu sou um contestatário, aquilo que os britânicos chamariam um “preacher”. Todas as minhas letras estão imbuídas de um espírito de revolta contra o establishment, contra as ignomínias. O Belbet já tem um estilo mais intimista, dotado de outra sensibilidade estética.
Pronto, espero ter sido claro, já sabeis que a qualquer momento, podeis expor as vossas dúvidas, de teor Patronesco ou não, que eu ou outro membro deste blog cá estaremos para vos elucidar.

Ah, só mais uma coisa. E vocês? Já comeram ****? Eu já, graças a Deus!

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Quem é o Belbet? É o fofinho e o querido? Tenho dito... quem planta colhe e quem chupa também mama. Queria aproveitar a ocasião e perguntar....

Porquê os Patroon, nunca foram à Eurovisão? Será que é por causa de não terem feito parte dos Onda Choc?

12:53 a.m.

 

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