Traquinices e travessuras.

quarta-feira, julho 07, 2004

Confesso a minha misoginia

Sim, é verdade, admito. Sou misógino. Mas atenção! Antes de me julgarem, certifiquem-se do significado desse conceito, e não o confundam com outras coisas. Gosto de cona, simplesmente sou contra um certo tipo de feminilidade que, infelizmente, se propaga por este mundo. Já não há paciência para a falta de profundidade intelectual, para a sensibilidade pueril de certas mulheres. E aquilo que me parece mais interessante, é que estou certo que grande parte dos homens também sente isto, contudo, a sua dependência face às mulheres é forte ao ponto de aguentar as conversas de chacha. Ou isso ou então é a feroz necessidade de fazer sexo. Senão vejamos, como é que se explica que o homem suporte certos rituais típicos das mulheres (especialmente as mais novinhas) como os “oh fofinho”, “kido”, “dá-me um xi-coração (nem sei como esta merda se escreve) ” e outras que tais? Só uma furiosa necessidade de perder a virgindade pode fazer com que um rapaz aguente ouvir alguém “falar à bebé” por mais de 10 minutos. Por muito que seja a nossa vontade de afogar o ganso, cabe-nos a nós, homens, impedir a propagação deste tipo de feminilidade infantil e criar mulheres a sério, que consigam ter credibilidade mesmo sendo sexualmente promíscuas; que saibam dizer algo mais para além de “quanto custou esse top da mango?”; que escolham um rapaz não pelo seu carro ou estatuto, mas pelo seu valor como pessoa.
No entanto, também devo dizer que sou contra este novo estereótipo da mulher-carreira que se começa a impor-se na nossa sociedade, escondendo fragilidades com uma atitude de falsa assertividade e de agressividade. Estas mulheres julgam que, numa sociedade patriarcal, é agindo de forma masculina e por vezes machista que vão singrar, pondo assim em causa o conceito de família e de género e a sua própria identidade. E o pior é que cada vez mais, estas mulheres não sabem cozinhar!
Mas o pior mesmo é que as mulheres tão sempre a por defeitos em tudo: “és um bêbado! és um porco!”, sempre a arranjar problemas: “pára de olhar para as mamas daquela gaja!” e sempre a criticar toda a gente:”olha para as calças daquela, que mau gosto. E tá tão gorda.”. Mas ainda pior que isso é serem tão intriguistas: “sabes o que é que a namorada do Chico disse?”. Outra ainda que me lembrei agora. Reparem neste clássico: festa de arromba, estamos a divertir-nos como nunca, com o pessoal todo, até que a namorada de um se vira e diz (depois de ameaçar 26 gajas por estarem a olhar para o namorado): “oh amor, doí-me a cabeça, não queres ir para casa?”. Um gajo ainda pensa que se for para casa com ela, saca qualquer coisa, mas estás safo. Quando elas não querem, ao insistir, estamos a ser insensíveis. No entanto, quando elas têm vontade, ai de nós se dissermos que temos de estudar ou qualquer coisa: “não satisfazes as minhas necessidades!”.
Enfim, eu podia insistir nisto páginas e páginas e páginas, mas não me apetece. Para além disso tenho que ir bater uma, enquanto a minha empregada não tá em casa, como o outro.

3 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

12:40 p.m.

 
Blogger Malhas said...

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

3:04 p.m.

 
Blogger Malhas said...

Realmente, apesar do nosso assunto ser sempre o mesmo, há sempre tristes a ler estes nossos pensamentos e em alguns casos histórias reais, chegando ao cúmulo de os comentar e de forma cobarde(anónimo). Pois é meus amigos, ajudai-me a perceber o k será mais triste... termos histórias, pensamentos e sonhos (por muito irreais ou absurda(o)s k algumas/alguns possam ser) para contar ou limitarmo-nos a ler as histórias dos outros e assim reduzirmo-nos à nossa insignificante existência?!
Até parece k voltámos ao velho Liceu... mas cibernético!!!

3:11 p.m.

 

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