Saudade!
Para todos os saudosistas dessa banda imaginária, e que às vezes conseguiu ser genial fica aqui um link para se recordarem! Trata-se do Fiesta, essa famosa gravação que ficou para a história do grupo.
http://ftp.netvisao.pt/ccar/patroon/Fiesta.MPG
Deixo-vos aqui o que a crítica, ao tempo da saída para o mercado do Fiesta, afirmou:
"Fiesta, é uma pedrada no charco, ou melhor, um murro no estômago para quem o ouve. Acresce-se que é um murro aplicado a quem acabou de vomitar um cachorro molhado regado com demasiadas caipirinhas vidínhicas. Assim, ninguém fica indiferente a esta peça patroonesca. De som crú e concepção mal-passada, Fiesta assume-se como farol guiador no universo já criado pelos Ena Pá 2000 com a dialéctica homo sexual - detergente sentimental. Não se limitando a seguir traçados já definidos, o Fiesta, que à primeira leitura remete-nos a ambientes mais quentes e apropriados a T-shirts da Maria Gambina, insere-se num novo enquadramento gay. Essa ambientação gay pretende elevar o mero homossexual (que neste caso é o conhecido rabetismo) a experimentações homo social. Há rasgos de génio em momentos como: "Puxaram-me o tapete e eu não caí, o mal foi meu", e em "orgasmos são prisões".
Fiesta, gravado antes da fase londrina de Velvet, é um grito de revolta, ou se calhar não!" In Voz de Patópolis.
Afinal de contas este blog, por muito morto que esteja, ainda é sobre os patroon!

2 Comments:
votem no pior:
1- "Puxaram-me o tapete e eu não caí..."
2- "Procriamos como coelhos e quando nos derem pelos joelhos
Procriamos mais um pouco porque eu adoro fedelhos "
9:55 p.m.
O Bean que te ouça, caralho! Além disso eu disse que eram rasgos de génio!
10:52 a.m.
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